UniversoPSIPsicologia

Psicologia vem do do grego (psykhé, "psique ou "alma") e lógos ("razão" ou "estudo").
É a ciência que estuda o comportamento humano e os processos mentais, ou seja, as reações de um organismo e os aspectos subjetivos desencadeadores dessa reação. Trata-se de uma ciência natural oriunda da filosofia racionalista que se difere da psicologia do senso comum (convicções culturais que determinam o entendimento sobre o pensar, o sentir e o comportar humano), pelo caráter científico investigativo e de aplicação.

A aplicação da psicologia na área da saúde, seja nas instituições ou mesmo na clínica particular, se respalda cada vez mais na compreensão de que as patologias têm um componente inquestionável de caráter não-orgânico. A investigação dos aspectos psicodinâmicos  envolvidos na atuação de um indivíduo favorece à condução as questões desencadeadoras deste atuar. A reflexão conscencial, independente do modelo de análise, visa o ajustamento e a adaptação cognitiva, emocional e comportamental da pessoa humana.

Alguns recursos e estratégias de intervenção no enigmático e desafiador universo PSI são utilizados com o propósito diagnóstico e de intervenção. Dentre esses recursos, a hipnose surge como uma ferramenta poderosa, validada pela ciência e pela observação na prática clínica de inúmeros profissionais da área da saúde de várias partes do mundo. A APA (American Psychological Association) recomenda a utilização da hipnose como recurso terapêutico apenas por profissionais capacitados, com formação sólida e experiência comprovada.

No Brasil, os conselhos de classe da área da saúde, admitem em seus estatutos e códigos de conduta ética, a utilização da hipnose pelos profissionais (psicólogos, médicos e odontólogos) em sua áreas especificas de atuação. O CFP (Conselho Federal de Psicologia) através da Resolução 13/2000, regulamenta o uso da hipnose pelos psicólogos, justificado pelo avanço científico e pelas inúmeras pesquisas que comprovam sua eficácia.

Esta seção de nosso site se propõe a divulgar informações relevantes sobre o universo PSI de interesse comum às pessoas de modo geral. Serviços de atendimento, pesquisas resumidas, recursos de intervenção, expressões (textos, poesia, arte, etc), indicações de materiais, etc.

Meditação pode reduzir a ansiedade e aumentar o bem estar de estudantes

A meditação conhecida como mindfulness - marcada pela concentração no momento atual, sem julgamentos - parece aumentar o bem estar dos adolescentes, segundo recente estudo da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Avaliando 155 garotos de 14 e 15 anos, os pesquisadores notaram que um programa com aulas semanais de 40 minutos de meditação e mais oito minutos diários de exercícios de concentração e redução de estresse pode trazer benefícios significativos para os jovens.

Na pesquisa, os jovens que foram treinados em meditação mindfulness apresentaram aumento nas medidas de bem estar - uma combinação de “bom funcionamento” e sensação boa - proporcional ao tempo gasto com a prática. E os adolescentes com maiores níveis de ansiedade apresentaram os maiores benefícios com a meditação.

“Cada vez mais, estamos percebendo a importância de apoiar a saúde mental global das crianças”, destacou a pesquisadora Felicia Huppert, em artigo recentemente publicado no Journal of Positive Psychology “Muitos estudantes aproveitam genuinamente os exercícios e dizem que pretendem continuá-los - um bom sinal de que muitas crianças seriam receptivas a esse tipo de intervenção”, concluiu a especialista.

Fonte: blogboasaude.zip.net

Estudos associa TV em excesso a problemas psicológicos na infância

Crianças que ficam muito tempo em frente à televisão ou mexendo no computador, além de terem maior propensão à obesidade, podem ter mais problemas psicológicos do que as outras, segundo estudo da Universidade de Bristol, no Reino Unido. Avaliando mais de mil crianças com 10 e 11 anos de idade, os pesquisadores observaram que aquelas que ficavam mais de duas horas por dia em frente à tela tinham 60% mais chances de terem problemas psicológicos, independentemente de seus níveis de atividades físicas.

“Apesar de os baixos níveis de visualização da tela não serem problemáticos, não podemos confiar na atividade física para compensar as longas horas da visualização da tela”, destacou a pesquisadora Angie Page, em artigo que será publicado na edição de novembro da revista Pediatrics. “Assistir TV ou jogar games de computador por mais de duas horas por dia está relacionado a maiores dificuldades psicológicas”, completou a especialista.

De acordo com os pesquisadores as crianças que faziam mais atividades físicas moderadas tiveram melhor pontuação em alguns testes psicológicos, incluindo nas áreas emocional e social. Mas isso pareceu não afetar os riscos de se passar longo tempo em frente à tela, que estaria associado principalmente a problemas de comportamento e hiperatividade. Fonte: http://blogboasaude.zip.net/

Estudo associa depressão ao ganho de peso mais rápido

A depressão pode trazer mais do que apenas a angústia mental, tendo influência no desenvolvimento da obesidade, principalmente com o acúmulo de gordura na região abdominal, segundo estudo publicado no American Journal of Public Health. Por isso, de acordo com pesquisadores da Universidade do Alabama, o tratamento da depressão pode ajudar a controlar a obesidade.

Avaliando dados de mais de 4 mil adultos, colhidos em cinco ocasiões - início do estudo, e cinco, dez, 15 e 20 anos depois -, os especialistas observaram que aqueles que relatavam altos níveis de depressão tinham um aumento mais rápido da obesidade abdominal e da obesidade total (IMC), comparados aos participantes com menos sintomas depressivos. Além disso, já no quinto ano de estudo, a circunferência da cintura dos deprimidos era muito maior do que dos outros participantes. Entretanto, de acordo com os autores, o excesso de peso no início da pesquisa pareceu não alterar os riscos de depressão.

“Descobrimos que todos ganharam peso no período de 15 anos que examinamos. No entanto, as pessoas que iniciaram relatando altos níveis de depressão aumentaram em obesidade abdominal e índice de massa corporal em uma taxa mais rápida do que aqueles que relatavam menos sintomas de depressão no quinto ano”, concluíram os pesquisadores.
Fonte: http://blogboasaude.zip.net/

Pessimistas têm maior risco de problemas cardiovasculares, diz estudo

Espero que você não se sinta pessimista com essa notícia, pois, segundo estudo recentemente publicado na revista Circulation, pessoas que são pessimistas, estando constantemente com emoções negativas, e que também são mais inibidas socialmente - o que é classificado como personalidade tipo D - enfrentam maior risco de terem problemas cardiovasculares.

Avaliando 49 estudos que incluíam mais de 6 mil pacientes “cardíacos”, cientistas da Universidade de Tiburg, na Holanda, descobriam que aqueles com esse perfil teriam três vezes maior risco de sofrerem eventos cardiovasculares futuros, como doença arterial periférica, insuficiência cardíaca, infarto e morte, e seriam mais propensos a angioplastia, transplante de coração e uso de marcapasso. “Descobrimos que a personalidade tipo D prevê a mortalidade e a morbidade nesses pacientes, independentemente dos fatores de risco tradicionais”, escreveram os autores.

“Pacientes tipo D tendem a experimentar maiores níveis de ansiedade, irritação e humor depressivo, enquanto não compartilham essas emoções com os outros por medo de desaprovação”, explicaram os autores, acrescentando que eles também respondem diferentemente ao estresse cardiovascular e tendem a ir menos ao médico. “Triar os pacientes cardiopatas para tais traços de personalidade poderia dar aos médicos a chance de intervir precocemente com aconselhamento psicológico ou comportamental e, provavelmente, melhorar os resultados cardiovasculares”, concluíram.
Fonte: http://blogboasaude.zip.net/