PESSOAS DE BOM CORAÇÃO

Por Paulo Madjarof Filho

 

Gentis e amáveis, as pessoas de bom coração trazem estampado a sua bondade como uma espécie de marca própria, facilmente identificável por quem se permite observar. Se doam de maneira incondicional e são, por excelência, altamente altruístas.

 

Uma pessoa boa, simplesmente é. Dá-se por completo e interpreta o mundo de forma simples. É essencialmente otimista e acredita que as coisas sempre podem dar certo. Utiliza as palavras corretas com docilidade e permite que, a simples evocação de seu nome ou imagem, acalente e tranqüilize os que o fazem.

 

Há pessoas boas que são como diamantes: preciosas, de grande valor que revelam a sua bondade a cada entalhe da lapidação da vida. Comumente relacionam o sofrimento vivido com aprendizagem, paciência e tolerância. Consolam pelo entendimento de que a dor eleva e que, por pior que seja, pode ser percebida como privilegio.

 

As pessoas de bom coração seguem a máxima cristã – mesmo que dela não tenham conhecimento: “não permita que saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita”.

 

Movimenta-se no mundo com leveza como se o seu mundo obedecesse outra regra. São leves como se a lei da gravidade não se aplicasse a elas. Conhecem o significado do perdão – e talvez esse seja o segredo da leveza!

 

Eu conheço pessoas de bom coração! São abnegadas e usam sua própria escala de valor, baseada no bem – e nem por isso são tolas! Não temem a doença; zombam dela. Não sofrem; aprendem. Não lamentam; trabalham. Não duvidam; oram. Não se doutrinam; conversam com Deus.

 
 
 
 
 

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